Salvador, 25 de fevereiro de 2008, às 5:30 da manhã.
Estava colocando as malas no carro para ir ao aeroporto quando a empregada da casa de minha mãe, com a naturalidade e sutileza inerente ao povo do interior do Nordeste, solta a seguinte pérola se referindo a minha namorada que ela conheceu dois dias antes:
"Vê se não vai enganar essa daí, seu cachorro."
Mereço, não?
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