quarta-feira, 24 de junho de 2009

Zombieland

"They are not strong, they are not fast, they are not smart, but there are so many of them!"
Tenho uma teoria: os indianos são metade humanos, metade zumbis. Sim, reconheço características humanas neles, mas também me surpreendo com outras que me fizeram pensar e elaborar a presente teoria. Muitas vezes, tenho a sensação de caminhar em algum cenário de filme de terror pós-apocalíptico quando passeio por Nova Delhi. Seus habitantes têm hábitos e atitudes peculiares que somente estranha mutação genética ou a presença de genes mortos-vivos poderiam explicar. Abaixo as razões que sustentam minha teoria, a ser publicada, um dia, em revista científica especializada.
1) Andam no meio da rua, sem se incomodar com os carros vindo em sua direção. Atravessam as avenidas sem olhar para os lados, colocando apenas a mão na frente do carro, pedindo passagem, mesmo no trânsito caótico e perigoso. Alguns dizem que eles, na verdade, são destemidos, que não têm medo da morte e, por isso, desafiam o trânsito. Outros acham que eles agem desse jeito porque morrer é até melhor do que levar uma vida penosa por aqui. Eu, na humilde opinião, acho que na origem do povo indiano alguns mortos-vivos conseguiram acasalar e, como consequência, surgiram esses seres que vagam pelo subcontinente.
2) Estão sempre sorumbáticos e de cabeça baixa, como se vagando a esmo, sem destino certo. Gostam também de deitar nos gramados, não importando o horário ou a temperatura. Ficam lá, sob o sol, “fritando”, como se seus corpos não mais sentissem as condições do ambiente. Muitos preferem ficar de cócoras nas calçadas ou em cima dos muros. Ficam na “posição de cagar” observando a rua durante horas a fio. Dizem que estão acostumados a ficarem assim, pois fazem suas necessidades sem utilizar a privada, mas eu acho que é algo ligado algum cromossomo zumbi.
3) Outra característica indiana que reforça a minha teoria é o fedor que exala dos seus corpos. Tal qual cadáveres em estado avançado de putrefação, os indianos conseguem empestiar qualquer ambiente com seu fétido cheiro. Tal característica não respeita casta, classe social ou religião. É impossível ficar na mesma sala ou qualquer área fechada que um indiano fedorento. Experimentamos a sensação quando uma ala inteira do aeroporto de Bangkok exalava forte cheiro de carniça devido à alta concentração de indianos. Dentro do avião, a sensação pode ser sufocante! As teorias quanto ao fedor variam da falta de uso de desodorante à comida típica indiana. Sou mais a minha.
4) Ao tentar comunicar-se com o indiano médio, seu interlocutor pode ter ataques de raiva. Quando falam, não se fazem entender, quando ouvem, parecem não assimilar muita coisa. Tente perguntar algo para algum indiano. A resposta quase sempre vem sem que qualquer linha lógica possa ser costurada entre o que você perguntou e o que o morto-vivo te respondeu. É como se o sistema nervoso deles estivesse programado para uma única resposta. Às vezes, fazemos a pergunta milhões de vezes sem sucesso de resposta coerente. Só nos resta desistir e ir embora.
5) Não há qualquer dúvida de que nascer em ambiente sujo e sem condições humanas de higiene é um perigo à sobrevivência. Já na Índia, apesar do alto índice de mortalidade infantil, a população é incrivelmente numerosa. Vejo meninos brincando no chão imundo, em esgotos a céu aberto, chafurdando na sujeira das ruas e milhares de pessoas comendo naquelas nojentas barracas de comida espalhadas por toda a cidade. Eu, se comer uma alface sem mergulhá-la na Quiboa por bons trinta minutos, passo três dias sem levantar da privada. Além disso, a gripe suína nem está fazendo muito estrago por aqui. Na minha opinião, tudo isso tem a ver com o gene zumbi que eles carregam no DNA. Tenho a impressão de que alguns só morrem vítimas de certeiro tiro no cérebro.
6) Ao encontrar um zumbi-indiano vagando sozinho, é muito provável que você não corra perigo. Muitos são inofensivos e incapazes de produzir qualquer ameaça, mas em grandes grupos são ferozes e implacáveis. Quando um grupo de selvagens encontram vítima indefesa, escapar da horda de sedentos animais por carne humana e sangue é quase impossível. Qualquer coisa pode, então, acontecer, desde linchamentos até “gang rapes”.
7) Embora não existam provas de que os sistemas digestivo e urinário dos zumbi sejam funcionais, a metade humana dos indianos permite funções fisiolágicas normais. O que é ligado ao lado zumbi é a total falta de vergonha (e higiene, é claro), já que, sem cerimônia, fazem xixi e cocô na rua a qualquer hora do dia ou da noite. Ressalto que nunca vi alguém cagando na rua, mas lembro de reportagem na qual revista indiana relata que ele são o povo que mais defeca nas ruas. Não duvido.
8) Já os motoristas de rikshaw, digirem seus veículos a 15 km/h em avenidas lotadas e nem se incomodam em dar passagem ao raivoso condutor do carro que vem buzinando há mais de um minuto. São lerdos e parecem alheios ao ambiente ao seu redor. Para piorar, cospem um líquido vermelho tal qual sangue proveniente de uma mistura de sementes e ervas que mastigam a todo tempo. Nojento!!! Muitas teorias dizem que os condutores de tuk-tuk comportam-se desse jeito por estarem sempre sob o efeito de ganja (maconha) ou álcool. Não acredito.
As provas acima relatadas não deixam dúvidas de que os indianos carregam algo macabro no seu DNA. Mais cedo ou mais tarde terei minha teoria reconhecida pela comunidade científica internacional. Tenho certeza.

2 comentários:

  1. Caro cientista, acho muito importante sua valorosa contribuicao para o conhecimento cientifico internacional, alem de sociologico, ao revelar o gene macabro e zumbi dos indianos. Concordo plenamente com suas observacoes e agradeco o seu paper. Neste laboratorio do inferno, aka Nova Delhi, o risco eh a contaminacao, pois ou viramos zumbis, ou eles comerao nossos corpos antes da putrefacao total. Vamos nos salvar!

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  2. Atônita.

    Por favor, retorne sem contágios. Uma doença assim no Brasil seria dantesca, e é preciso um lugar pra voltar depois de tanta pelegrinação, não?

    Saudade de você e de seu humor black-punk, rs.

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