sexta-feira, 7 de agosto de 2009

U2 - 360º Tour. Stade de France, 11/07/2009

A ida ao Stade de France foi feita sem grandes percalços. Caminhamos uns duzentos metros do hotel até a estação Breguet-Sabin e de lá até a estação do estádio. Já chegamos com o som do Kaiser Chiefs rolando. De primeira, ouvimos “Ruby” ainda antes de entrarmos. Entramos, achamos os assentos (um pouco longe, é verdade, mas não importa) e esperamos o show começar.
Musicalmente, este não foi muito diferente do show assistido há três anos em São Paulo, mas a grandiosidade da 360º Tour deixa no chinelo o espetáculo apresentado anteriormente. A alta definição do telão e som perfeito dava a sensação de estar bem perto da banda. O cenário montado, estranhamente fenomenal, parecia ter saído da prancheta de algum engenheiro espacial. O desenho disforme da estrutura que se conectava ao palco dava a impressão de um monstro a proteger os músicos. A visão dos integrantes do U2 era facilitado pelo palco praticamente vazio. Podiam ser vistos de qualquer ângulo, daí o nome da turnê. A passarela que permitia a circulação da banda, de modo a ter maior interação com o público, foi idéia criada na Elevation Tour e repetida na Vertigo ainda estava por lá, com alguns sortudos espremido na área vip bem em frente ao palco.
O show começou com “No Line on the Horizon”, musica-título do novo disco (muito bom, por sinal. Muito superior ao anterior e igual em qualidade ao “All That You Can Live Behind”).
Durante duas horas, o U2 tocou músicas de toda a carreira e o público, ensandecido, cantava junto. Também me empolgava a cada segundo.
Mas, em Paris, com amigos muito amados não é muito difícil. Até show do Wando nas mesmas circunstâncias seria bem agradável.

Um comentário:

  1. Pô, Zé... nem sou lá muito fã do U2, você sabe, mas lendo seu post, senti de novo a emoção de estar ali no show, que, pra mim, valeu a pena só pelo "With or without you", pelo bróder super empolgado na fila da frente e, principalmente, por ter dividido tudo isso com você(s), de quem eu sinto uma saudade maior que a estrutura gigantesca em cima do palco!

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