Ontem, deixei meus estudos e segui algumas amigas até uma tal de “Platz” na Asa Norte. A noite chuvosa era um prenúncio de que a noite não seria das melhores. A dor na consciência e o arrependimento foram aumentando à medida que o tempo passava e a fila custava a andar. Finalmente, consegui entrar. O lugar não é dos piores: espaçoso e agradável, até. Mas a quantidade de pessoas que se amontoavam por lá trazia a mesma sensação de estar naquela praça de Meca durante os dias do Haj. Resolvi relaxar e tentar curtir a noite. Tomei uma dose de Red, alguns chopps e mais algumas long-lecks. Curtia a música e conversava com minhas amigas. Apesar da azaração estar rolando solta, meu “Alfa male reprodutor mode” estava no off. Não queria ficar bêbado, pois já pensava na ressaca do dia seguinte. Foi mais ou menos às 23h que ouvi a pérola. Estava encostado no balcão de um dos bares do local quando um garçom se aproximou e fez um comentário sobre uma moçoila que, animada, dançava ao som da mais autêntica música black. Acenei com a cabeça, concordando. Acho que sentindo que algum tipo de ligação de amizade tinha surgido com o comentário sobre a moça, o Maníaco do Parque fantasiado de garçom emendou:
“Cheio de mulher aqui e você não pegou ninguém?”
Minha reação: ri (Garoto Enxaqueca mode: off).
Um cara não pode mais sair e ficar na sua que é taxado por garçons mal vestidos, bêbados e tarados de biela.
Ah! Ainda perdi meus cartões do Banco.
Eu mereço.
“Cheio de mulher aqui e você não pegou ninguém?”
Minha reação: ri (Garoto Enxaqueca mode: off).
Um cara não pode mais sair e ficar na sua que é taxado por garçons mal vestidos, bêbados e tarados de biela.
Ah! Ainda perdi meus cartões do Banco.
Eu mereço.
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