Post sem acentos.
Apos duas semanas explorando o ambiente e conhecendo o povo de Ciudad del Este, resolvi deixar a preguica de lado e escrever sobre o que vi e vivi por aqui. Ciudad del Este existe em funcao do comercio. Vende-de de tudo e de todo tipo de procedencia. Os famosos “produtos paraguaios” estao por toda a parte, fazendo a alegria das pessoas menos favorecidas que um dia sonharam em pode vestir uma camisa Tommy Hilfinger ou um tenis da Nike. Barracas de produtos tomam as calcadas ao redor das grandes lojas de departamento que vendem de meias a joias carissimas, passando por eletrodemesticos de ultima geracao, bebidas e brinquedos diversos. Todos de boa procedencia. A cidad e um caos com suas ruas tomadas pelos cidadaos comuns e sacoleiros sedentos por uma oportunidade de ganhar algum com a venda dos produtos alem da fronteira paraguaia. A famosa Ponte da Amizade que liga o Brasil ao Paraguai e velha, estreita e confusa. Pela manha, o fluxo vindo do Brasil e lento e pode irritar os motoristas menos pacientes. No final do dia, o maior fluxo invete-se e passar para o lado brasileiro e bastante penoso. Ciudad del Este e uma grande feira ao ar livre com suas ruas abarrotas de brasileiros, paraguaios e argentinos. Mas somente das sete da manha as cinco da tarde, horario de funcionamento do comercio. Depois, vira um deserto e o movimento cai bastante nas ruas. O melhor de Ciudad del Este? E a sua localizacao: fica na fronteira com o Brasil e perto da Argentina. As pessoas que trabalham no Consulado sao como uma familia e se entendem perfeitamente. O ambiente de trabalho nao poderia ser melhor. Na realidade, dessa vez, nao sinto que esteja fora do meu pais, apesar de estar a menos de dois quilometros da fronteira. Estou mais contente e sinto menos falta de casa. E Thomas Friedman, the world looks flat from here I’m standing....
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