terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Bienvenido a Chile! (Antes tarde do que nunca)

Vou começar com o veredito: Santiago foi a coisa que melhor me aconteceu nos últimos dois anos. Sem hipérboles, exageros ou excessos. Explico: pouco trabalho, ótima remuneração e muita diversão. O trabalho, fizemos em uma semana. Os outros 12 dias foram muito divertidos (à exceção de um par de dias em que desejei estar no Brasil para abraçar alguém). Santiago tem um centro agitado, com trânsito caótico, barulhento, cheio de pessoas com suas preocupações diárias, que andam imersos em seus pensamentos, quase cegos e que muitas vezes se esbarram e saem sem pedir desculpas. Mas é só desvencilhar-se da loucura do centro da cidade que tudo muda: Santiago é limpa, tem um sistema de transporte público decente, exuberante, com suas praças, ruas estreitas que lembram as mais bonitas cidades da Europa, arquitetura moderna com prédios imponentes, parques bonitos e bem cuidados, bairros charmosos e restaurantes, bares e cafés mais deslumbrantes ainda. Saí e curti muito a cidade. Principalmente na última semana. Contarei depois... Munido de um guia feito por um amigo que lá morou por um ano, procurei conhecer cada canto daquela cidade maravilhosa. Culturalmente impressionante, Santiago me conquistou.
De bônus, conheci muita gente legal, viajei a Valparaíso, Viña del Mar e Valle Nevado (estava sem neve, mas tudo bem...). Também assisti a um show incrível do The Police e encontrei uma pessoa que, apesar o pouco tempo juntos, foi o suficiente para me deixar alegre quando a conheci, hipnotizado com sua presença, impressionado com sua inteligência e triste quando tive que deixá-la. Gostei tanto da viagem que o cruzeiro ao qual fui com meus pais e tios logo que voltei do Chile me pareceu sem graça e entediante muitas vezes. Volto com certeza!

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