Escrevo ainda no calor da empolgaçao que me tomou conta ontem à noite no Estádio Nacional de Santiago. Encontrei Mari na estaçao de Pedrero, buscamos uma boliviana amiga dela e tomamos um ônibus até o estádio. Chegamos cedo e ficamos esperando o show do Beck começar. Assim ficamos o tempo todo (cerca de uma hora) no qual o cantor inglês e sua banda tocaram. Ninguém no estádio se empolgou muito com as baladas tocadas. Showzinho meia-boca, apesar do esforçado baixista estar empolgado com a apresentação. Era o único animado. Aí tem...
Quando os senhores do The Police colocaram os pés no palco, os chilenos se incendiaram. Era como se uma onda de choque tivesse se propagado por todo o estádio e os sonolentos espectadores despertaram de repente. Abriram o show com “Massage in a Bottle” e mostraram que os vinte anos separados nao fizeram mal ao som do The Police. Os dedos do guitarrista Andy Summers continuam afiadíssimoss, o baterista Stewart Copeland ainda tem a mesma vitalidade de décadas anteriores e Sting continua com uma voz e presença de palco indescritíveis. Durante todo o show, os três músicos do Police tiraram solos caprichados e arranjos sensacionais para clássicos consagrados sem medo de cometer qualquer sacrilégio e decepcionar os seus fãs mais fiéis. Demonstraram que a famosa tríade instrumental do rock (guitarra, baixo e bateria) ainda dá as cartas no mundo da música. A sequência de clássicos seguiu até o ultimo minuto do show que durou cerca de duas horas. A cada música, o estádio inteiro cantava e quase veio abaixo com “Roxanne” e “Every Little Thing She Does”. Até quem nao é muito fã do gurpo reconhecia cada música já nos acordes iniciais. Depois de se despedir, o The Police ainda voltou ao palco duas vezes, para deixar a platéia mais alucinada e cantar cancções consagradas como King of Pain (na minha humilde opiniao, a melhor música de todas). E quando eu pensava que nao aguentava mais ouvir a “Every Breath You Take”, a força estonteante da voz de Sting ao vivo fez “zerar” minha tolerância e cantei a toda a letra adorando cada segundo. Foi um show maravilhoso, sem muitas parafernálias eltrônicas de outros “grandes”, com um som inacreditável e recheada de clássicos. Afinal, não foi para ouvi-los que pagamos ingresso e estávamos todos lá? Vai ficar na memória para sempre, com certeza! Fechou com chave de ouro minha estadia em Santigo.
Quando os senhores do The Police colocaram os pés no palco, os chilenos se incendiaram. Era como se uma onda de choque tivesse se propagado por todo o estádio e os sonolentos espectadores despertaram de repente. Abriram o show com “Massage in a Bottle” e mostraram que os vinte anos separados nao fizeram mal ao som do The Police. Os dedos do guitarrista Andy Summers continuam afiadíssimoss, o baterista Stewart Copeland ainda tem a mesma vitalidade de décadas anteriores e Sting continua com uma voz e presença de palco indescritíveis. Durante todo o show, os três músicos do Police tiraram solos caprichados e arranjos sensacionais para clássicos consagrados sem medo de cometer qualquer sacrilégio e decepcionar os seus fãs mais fiéis. Demonstraram que a famosa tríade instrumental do rock (guitarra, baixo e bateria) ainda dá as cartas no mundo da música. A sequência de clássicos seguiu até o ultimo minuto do show que durou cerca de duas horas. A cada música, o estádio inteiro cantava e quase veio abaixo com “Roxanne” e “Every Little Thing She Does”. Até quem nao é muito fã do gurpo reconhecia cada música já nos acordes iniciais. Depois de se despedir, o The Police ainda voltou ao palco duas vezes, para deixar a platéia mais alucinada e cantar cancções consagradas como King of Pain (na minha humilde opiniao, a melhor música de todas). E quando eu pensava que nao aguentava mais ouvir a “Every Breath You Take”, a força estonteante da voz de Sting ao vivo fez “zerar” minha tolerância e cantei a toda a letra adorando cada segundo. Foi um show maravilhoso, sem muitas parafernálias eltrônicas de outros “grandes”, com um som inacreditável e recheada de clássicos. Afinal, não foi para ouvi-los que pagamos ingresso e estávamos todos lá? Vai ficar na memória para sempre, com certeza! Fechou com chave de ouro minha estadia em Santigo.
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