Fazia quase uma semana que nao saía durante a noite em Santiago e resolvi que nada me deixaria em casa naquela sexta. À tarde, consultei o Guia Cançado de Santiago para Sacoleiros, Boêmios e Endinheirados para saber quais os locais seriam boa opção para uma balada à la chilena na primeira noite do fim de semana. Escolhi alguns nomes e imprimi os mapas com as localizações de todos. Mais tarde, já em casa, acomodei-me na cadeira, coloquei uma animada playlist no laptop, abri a garrafa daqule maravilhoso Carménère, debrucei-me sobre as baladas pre-selecionadas e defini meu destino naquela noite. Escolhi um bar descolado (Xampanyete) em Providência pra o esquenta e um lugar frequentado pelos nativos da terra mapucho na Plaza Ñuñoa (Batuta, lugar muito legal, com rock chileno ao vivo) para finalizar a noite. Rumei para Providência e ao chegar no bar escolhido nao me animei muito com o ambiente “casal apaixonado” do lugar e fui direto para a Praça Ñuñoa. Lá há muito bares, restaurantes e a animação começa cedo. Escolhi um pub indicado no Guia chamado “Blue Pub”. Ambiente legal, com garçonetes bonitas. Sentei em uma mesa na qual podia ter uma visão boa das pessoas que ali bebiam e conversavam e que estava na área de atendimento daquela garçonete chilena com pais argentinos. Pedi uma Stoli, uma água tônica e puxei conversa com a tal garçonete. Apliquei a velha conversa do turista desinformado e perguntei se o “Batuta” era um bom lugar para ir, se ela já tinha ido lá e se ela não queria me acompanhar após o expediente. Disse que o lugar era muito bom, mas que, infelizmente, o namorado e garçom do Pub, talvez, não achasse uma boa idéia. Se não tivesse namorado, não pensaria duas vezes. Ainda me disse que, com certeza, um cara como eu iria encontrar uma chilena para terminar minha noite muito bem.
“Que pena, mas tudo bem”, respondi. Aposto que queria uma “propina” gorda com aqueles elogios…
Quando bebia a terceira dose da destilada russa, chegaram três mulheres e se instalaram na mesa ao meu lado. Confesso que ainda encarava a garçonete e nem prestei muita atenção naquela que seria minha compania em Santiago até minha volta para o Brasil.
Depois de uns minutos, ela me pediu para que tirasse uma foto dela e das amigas. Atendi ao pedido prontamente, e, em seguida, lancei mao mais uma vez do tática “turista perdido e indefeso”. Ela e as amigas moram em Santiago há dois anos, mas ainda não tinham ido ao “Batuta”. Convidei-as para juntarem-se a mim e fomos todos ouvir as novidades da música chilena. A entrada custou cerca de US$ 6 para as mulheres e US$ 10 para mim. O local nao estava lotado quando chegamos e assim permeneceu até irmos embora. Do que aconteceu depois da primeira dose de Rum nao tenho muitas recordações, o que pra mim não é fato inédito. Lembro que já tinha intenções de ficar copm a uruguaia, mas lembro que a peruana, literalmente, muito bêbada, se jogou em meus braços e implorou um beijo. Situação muito constrangedora, digo-lhes...
Bem, lembro que estava gostando da música ao vivo e do set list do DJ muito parecido com o que toca nas melhores baladas rock do Conic, Landscape e afins. Muito foi documentado em fotos, mas nao contam tudo que aconteceu. Ao sair do local, ficamos andando (somente eu e Mari) pelas ruas, decidindo se ela irira para minha casa, ou eu para a dela (ela mora com as outras duas que nos aconpanharam na night). Decidimos pela casa dela e tomamos um táxi quando já era manhã. Dormimos juntos, abraçados e nada mais aconteceu. Não por falta de vontade, mas porque ela me pediu para que somente ficássemos juntos. Tudo que aconteceu a partir daí foi muito especial, mas depois conto mais.
“Que pena, mas tudo bem”, respondi. Aposto que queria uma “propina” gorda com aqueles elogios…
Quando bebia a terceira dose da destilada russa, chegaram três mulheres e se instalaram na mesa ao meu lado. Confesso que ainda encarava a garçonete e nem prestei muita atenção naquela que seria minha compania em Santiago até minha volta para o Brasil.
Depois de uns minutos, ela me pediu para que tirasse uma foto dela e das amigas. Atendi ao pedido prontamente, e, em seguida, lancei mao mais uma vez do tática “turista perdido e indefeso”. Ela e as amigas moram em Santiago há dois anos, mas ainda não tinham ido ao “Batuta”. Convidei-as para juntarem-se a mim e fomos todos ouvir as novidades da música chilena. A entrada custou cerca de US$ 6 para as mulheres e US$ 10 para mim. O local nao estava lotado quando chegamos e assim permeneceu até irmos embora. Do que aconteceu depois da primeira dose de Rum nao tenho muitas recordações, o que pra mim não é fato inédito. Lembro que já tinha intenções de ficar copm a uruguaia, mas lembro que a peruana, literalmente, muito bêbada, se jogou em meus braços e implorou um beijo. Situação muito constrangedora, digo-lhes...
Bem, lembro que estava gostando da música ao vivo e do set list do DJ muito parecido com o que toca nas melhores baladas rock do Conic, Landscape e afins. Muito foi documentado em fotos, mas nao contam tudo que aconteceu. Ao sair do local, ficamos andando (somente eu e Mari) pelas ruas, decidindo se ela irira para minha casa, ou eu para a dela (ela mora com as outras duas que nos aconpanharam na night). Decidimos pela casa dela e tomamos um táxi quando já era manhã. Dormimos juntos, abraçados e nada mais aconteceu. Não por falta de vontade, mas porque ela me pediu para que somente ficássemos juntos. Tudo que aconteceu a partir daí foi muito especial, mas depois conto mais.
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